FENATA

III Congresso Nacional de Técnicos Agrícolas

Foi um grande sucesso o Congresso que comemorou os 100 anos da profissão do Técnico Agrícola e os 70 anos da ATARGS. Mais de 700 participantes de todos os Estados prestigiaram o evento.

Local: Bento Gonçalves (RS)

Promoção: 
- Federação Nacional dos Técnicos Agrícolas - FENATA
- Associação dos Técnicos Agrícolas do Rio Grande do Sul - ATARGS

Organização:  
-  Federação Nacional dos Técnicos Agrícolas – FENATA
-  Associação dos Técnicos Agrícolas do Rio Grande do Sul – ATARGS
-  DSC - Consultoria em Serviços Turísticos

Apoio:
- Celulose Riograndense
- BRDE
- Ourofino Agronegócio
- AFUBRA - Associação dos Fumicultores do Brasil
- Prefeitura de Bento Gonçalves
 

 

Programação do Evento

27 DE JULHO DE 2011 (QUARTA-FEIRA)

14:00

Recepção dos Congressistas

 

28 DE JULHO DE 2011 (QUINTA-FEIRA)

09:00

Recepção dos Congressistas e Credenciamento

20:00

Lançamento do livro: Técnico Agrícola: 100 anos de profissão

21:00

Sessão Solene de Abertura

22:00

Coquetel de Abertura

 

29 DE JULHO DE 2011 (SEXTA-FEIRA)

08:30 – 12:00

09:00

Oficinas de Trabalho

1. Mercado de Trabalho

2. Legislação da Profissão

3. Ensino Agrícola

4. Desafio da Produção de Alimentos

Encontro Nacional de Técnicos Agrícolas Políticos

Controle Público e participação: Responsabilidade de todos.

Expositor: Dr. Cezar Miola – Téc. Agrícola e Presidente do TCE/RS

12:00 – 13:45

Almoço

14:00 – 16:45

Continuação das Oficinas de Trabalho

Workshop sobre topografia

Encontro de Mulheres Técnicas Agrícolas

Mini-Cursos:

1. Plantas Medicinais

2. Degustação de Vinho

17:00 – 18:00

Sessão Plenária: Debates e conclusões

Instalação da Secretaria Nacional de Empreendedorismo

Instalação da Secretaria das Mulheres Técnicas Agrícolas

19:30 – 21:45

Homenagens ATARGS e FENATA

Posse da Diretoria da FENATA

22:00

Jantar Italiano: Atrações com músicas italianas (Restaurante do Hotel Dall’Onder)

 

30 DE JULHO DE 2011 (SÁBADO)

09:00 – 12:00

Workshop (TOPOGRAFIA)

09:30 – 12:00

Seminário das Revendas Agropecuárias do RS

Coordenação:

ARAI – Associação das Revendas de Agroquímicos do RS

ATARGS – Associação dos Técnicos Agrícolas do RS

AFUBRA – Associação dos Fumicultores do Brasil

COOPLANTIO – Coop. dos Agricultores de Plantio Direto

12:00 – 14:00

Almoço

14:30

Reunião da ATAGRO

16:00

Jogo de Futebol: Brasil X RS

20:30

Apresentação Artística

21:30

Jantar Típico Gaúcho

23:00

Show Beto Pires

00:30

Baile de Confraternização

 

PRÊMIO TÉCNICO AGRÍCOLA - 100 ANOS DE PROFISSÃO

MARIO LIMBERGER


Técnico Agrícola, ex-deputado estadual,

atualmente é presidente da Associação dos

Técnicos Agrícolas do Rio Grande do Sul – ATARGS

 e da Federação Nacional dos Técnicos Agrícolas – FENATA.

 

HUGO MATIAS BIEHL


Técnico Agrícola, foi deputado estadual e federal.

Foi presidente da primeira diretoria da

Associação de Santa Catarina - ATASC

 

NEUZA DOS ANJOS


Técnica Agrícola, funcionária da EMEPA,

Empresa de Pesquisa Agropecuária da

 Paraíba e tem importante atuação no

 Sindicato e Associação da Paraíba.

 

RAIMUNDO GOMES DO NASCIMENTO


Técnico Agrícola, funcionário aposentado da

FUNAI e primeiro presidente do Sindicato

 dos Técnicos Agrícolas do Pará - SINTAG/PA.

 

 

PRÊMIO TÉCNICO AGRÍCOLA - 70 ANOS DA ATARGS

CELESTINO MUNARI

Técnico Agrícola, exerceu o cargo de presidente

 da ATARGS, gestão 2007 - 2010.

 É diretor-proprietário da Florestal Barra em Butiá/RS

 

SERGIO FAVERO


Técnico Agrícola, com qualificação na área florestal.

 Funcionário da Celulose Rio  Grandense

 e ex presidente da ATARGS.

 

PEDRO PITTOL


Técnico Agrícola, e Gerente da empresa

Microquímica Indústria Química Ltda. É dirigente

 da ATARGS e um dos pioneiros no

 Movimento da categoria no Rio Grande do Sul.

 

SADI PEREIRA


Técnico Agrícola, é o atual presidente do

 Clube São Luiz de Ijuí/RS. Dirigente da ATARGS

 e um dos pioneiros no Movimento da

categoria no Rio Grande do Sul.

 

GILBERTO AIOLFI


Técnico Agrícola, Gerente Administrativo da Jerivagro

 Representações Ltda. Dirigente da ATARGS e um dos

 pioneiros no Movimento da categoria no Rio Grande do Sul.

 

VALDIR MONEGAT


Técnico Agrícola, e um dos maiores especialistas

 na cultura do morango, é tesoureiro

 da ATARGS e da FENATA.

 

     

 

Posse da Diretoria: Gestão 2011 - 2014

 

DIRETORIA EXECUTIVA

PRESIDENTE: Téc. Agr. Mário Limberger (RS)
Ex-deputado estadual, funcionário público aposentado, primeiro presidente da ATARGS, em 1975. Vem participando de todas as diretorias.

VICE-PRESIDENTE: Téc. Agr. Gilmar Zachi Clavisso (PR)
Extensionista da Emater/RS, Secretário Municipal da Prefeitura de Piraquara/PR, dirigente da ATAIPAR e atual presidente do Sintea/PR.

VICE-PRESIDENTE JURÍDICO: Téc. Agr. João Bosco L. de Moraes (GO)
Também advogado, participou das diretorias da ATAGO e foi vice-presidente jurídico do Goiás Futebol Clube.

DIRETOR DE RELAÇÕES SINDICAIS: Téc. Agr. Antônio Carlos Balbino (ES) 
Funcionário da Incaper, Diretor da ATA-ES, atual presidente do SINTAES. Exerceu cargos nas diretorias da FENATA.

DIRETOR DE ARTICULAÇÃO NACIONAL: Téc. Agr. Gustavo José Barbosa (RN)
Funcionário da Emater/PB, ex-presidente do Sintag/RN e atualmente é presidente do Sindicato dos Técnicos Agrícolas da Paraíba - SINTAG/PB.

DIRETOR SECRETÁRIO: Téc. Agr. Carlos Magno Ramos (RO)
Deputado Federal, ex-prefeito de Ouro Preto do Oeste/RO, ex-chefe da Casa Civil e ex-secretário da agricultura do governo de Rondônia, participou das direções da ATARON desde 1978. Ex-diretor da FENATA.

DIRETOR TESOUREIRO: Téc. Agr. Valdir Monegat (RS)
Foi funcionário da Emater; é um dos maiores especialistas na cultura do morango prestando assistência técnica e comercialização da empresa Maxxi Mudas e também dirigente da ATARGS.

DIRETOR: Téc. Agr. Antônio Tiago da Silva (SC)
Funcionário da CIDASC – Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina, Conselheiro da UNITAGRI, ex-presidente da ATASC e diretor regional do SINTAGRI na região de Blu-menau. Atualmente presidente do SINTAGRI.

DIRETOR: Téc. Agr. Jardel Massari (SP)
Integra a diretoria da ATAESP, na condição de diretor de relações empresariais. É um dos proprietários do Grupo Ourofino, com sede no município de Cravinhos/SP.

DIRETOR: Téc. Agr. Vilmar Cappellaro (PE)
Produtor de frutas no Vale do São Francisco, Petrolina, e proprietário da empresa Frutec, comércio de insumos agrícolas e presidente da Câmara de Fruticultura de Petrolina/PE.


CONSELHEIRO FISCAL


Téc. Agr. Alberto Matheurs Pires (DF)
Funcionário da Embrapa/BSB, ex-secretário da FENATA e presidente do Sinta/DF.

Téc. Agr. Valdeci Moura da Costa (RO)
Funcionário da Emater/RO, presidente da Cooperativa de Crédito Rural de Ouro Preto do Oeste/RO – (Ourocredi) e presidente do SINTARON.

Téc. Agr. José G. do Nascimento (DF)
Funcionário da Emater/DF e dirigente do Sindicato dos Técnicos Agrícolas do Distrito Federal.

Téc. Agr. Paulo Afonso de Melo (DF)
Funcionário da Emater/DF, ex-diretor da Fazer – Federação das Associações e Sindicatos dos Trabalhadores da Extensão Rural do Brasil. Ex-diretor da FENATA.

 

Pauta de Discussões

6.1 MERCADO DE TRABALHO

- Empreendedorismo Rural
- Cooperativas de Trabalho
- Política Salarial
- Crédito Rural (financiamento próprio e projetos)

6.2 REGULAMENTAÇÃO DA PROFISSÃO

- Atribuições Profissionais

   • Execução das atribuições
   • Novas atribuições

- Formação Profissional
- Fiscalização Profissional

6.3 ENSINO AGRÍCOLA

- Currículo Escolar (grades)
- Institutos Federais (descaracterização)
- Escolas Agrícolas Estaduais, Municipais e Particulares

6.4 DESAFIOS À PRODUÇÃO DE ALIMENTOS

- Política Agrícola
- Política Agrária
- Política Ambiental
- Assistência Técnica e Extensão Rural

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Alceu Moreira e a defesa de quem sustenta o Agro Brasileiro

A trajetória de Alceu Moreira no Congresso Nacional é marcada por uma atuação direta, firme e conectada à realidade do campo brasileiro. Com décadas de vida pública, o parlamentar consolidou um perfil político voltado à defesa da produção, da segurança jurídica e do fortalecimento das categorias que sustentam tecnicamente o agro nacional. Ao longo dos anos, Alceu Moreira tornou-se uma das principais lideranças do setor agropecuário dentro do Parlamento brasileiro, sendo reconhecido pela firmeza com que defende produtores rurais e profissionais do campo, especialmente em momentos de crise. Em diferentes manifestações públicas, o deputado tem reforçado a necessidade de um ambiente regulatório mais equilibrado, baseado em racionalidade técnica, previsibilidade e respeito à realidade de quem produz. Essa postura ganhou ainda mais relevância diante das dificuldades enfrentadas pelos produtores do Rio Grande do Sul nos últimos anos. Entre secas severas, perdas acumuladas e, mais recentemente, as enchentes históricas que atingiram o estado, Alceu Moreira intensificou sua atuação em defesa de medidas capazes de garantir condições para recuperação e continuidade da atividade produtiva. É dentro desse cenário que a PL 5122 passou a ocupar posição central em sua agenda. A proposta, voltada à renegociação e reorganização das dívidas do setor rural, ganhou força como uma resposta concreta à realidade enfrentada por milhares de produtores atingidos pelos eventos climáticos extremos. Mais do que uma pauta econômica, o projeto passou a representar uma medida essencial para garantir que propriedades rurais, cooperativas e cadeias produtivas consigam manter suas atividades diante de um cenário cada vez mais desafiador. Ao defender o avanço da proposta, Alceu Moreira reforça a necessidade de instrumentos legais que tragam estabilidade para quem permanece produzindo mesmo em meio às adversidades. Essa linha de atuação também se conecta diretamente com outra pauta histórica do parlamentar: a modernização das regras ligadas ao desenvolvimento nacional.  Ver essa foto no Instagram Um post compartilhado por Alceu Moreira (@alceu_moreira) NOVA LEI DO LICENCIAMENTO AMBIENTAL Na aprovação da nova Lei do Licenciamento Ambiental (Lei nº 15.190/2025), o deputado Alceu Moreira teve participação destacada na manutenção de emendas fundamentais ao projeto. Sua atuação foi decisiva para assegurar a inclusão e preservação no projeto de lei dispositivos que garantem aos técnicos agrícolas a responsabilidade técnica na elaboração de projetos e laudos ambientais, reconhecendo assim sua qualificação profissional e ampliando o mercado de trabalho para o agro brasileiro. Esta conquista representa um avanço significativo, tanto para a valorização dos técnicos agrícolas quanto para o fortalecimento dos pequenos e médios produtores rurais, que passam a contar com maior acesso a assistência técnica qualificada e adequada às suas realidades. Uma das aproximações mais significativas construídas pelo parlamentar nos últimos anos acontece junto aos técnicos agrícolas — profissionais que estão diretamente ligados à execução, orientação e acompanhamento das atividades no campo. A proximidade construída por Alceu Moreira junto aos técnicos agrícolas ao longo dos anos resultou em um movimento natural dentro do Congresso Nacional: o parlamentar assumirá a vice-presidência da Frente Parlamentar Mista dos Técnicos Agrícolas. A indicação reforça sua atuação como um importante aliado da categoria e reconhece o diálogo constante mantido com profissionais que exercem papel estratégico no desenvolvimento do agro brasileiro. Em diferentes agendas, debates e articulações, o deputado tem defendido o fortalecimento do protagonismo dos técnicos agrícolas, a ampliação da segurança jurídica para o exercício da responsabilidade técnica e o reconhecimento efetivo das atribuições da categoria dentro das políticas públicas voltadas ao setor produtivo. Essa atuação aproxima o parlamentar de entidades históricas como a ATARGS, que acompanha de forma próxima pautas ligadas ao fortalecimento profissional e à valorização dos técnicos agrícolas no cenário nacional. Dentro dessa construção, os técnicos agrícolas deixam de ocupar apenas um papel operacional e passam a ser reconhecidos como parte estratégica do desenvolvimento rural, da produtividade e da implementação de soluções técnicas cada vez mais necessárias diante das transformações enfrentadas pelo campo. Com presença ativa nos principais debates nacionais, Alceu Moreira mantém uma atuação marcada pela defesa firme de quem produz, pela valorização do conhecimento técnico e pela construção de soluções capazes de dialogar com os desafios reais enfrentados pelo Brasil produtivo. Quando o campo enfrenta dificuldades, liderança se prova na prática As transformações do agro brasileiro exigem mais do que discurso. Exigem presença, articulação e compromisso com quem sustenta a produção nacional mesmo diante das adversidades. A atuação de Alceu Moreira em pautas como a PL 5122, na defesa de um licenciamento ambiental mais equilibrado e no fortalecimento dos técnicos agrícolas evidencia uma agenda construída ao lado de quem vive a realidade do campo todos os dias. Em um cenário marcado por desafios climáticos, inseguranças econômicas e necessidade crescente de inovação, valorizar os profissionais que aplicam conhecimento técnico na base da produção deixou de ser apenas uma pauta setorial — tornou-se uma necessidade estratégica para o futuro do Brasil.

Aldo Rebelo destaca força do agro e propõe caminhos para destravar o desenvolvimento do Brasil

Em entrevista ao Pânico, ex-ministro apresenta propostas ligadas à produção, infraestrutura e inovação, com olhar estratégico para o crescimento da agropecuária  Durante entrevista ao programa Pânico, no dia 11 de março, Aldo Rebelo apresentou reflexões e propostas que integram sua pré-candidatura à Presidência da República, com foco na retomada do desenvolvimento nacional. Ao longo da conversa, defendeu a necessidade de o Brasil recuperar sua capacidade de planejamento e execução, com medidas que garantam segurança para investir, ampliem a competitividade e fortaleçam setores estratégicos da economia.  Ao abordar a agropecuária, Aldo destacou o setor como um dos principais motores do país, ressaltando sua capacidade de gerar empregos, divisas e crescimento. Em sua visão, o Brasil possui condições privilegiadas para expandir a produção de forma sustentável, desde que haja avanços em infraestrutura, logística e um ambiente mais eficiente para quem produz. Entre os pontos defendidos, também estão o incentivo à ciência e à pesquisa aplicada ao campo, com destaque para áreas como genética, inovação e desenvolvimento tecnológico voltado à produção.  A entrevista também evidenciou propostas voltadas à remoção de entraves que impactam diretamente o crescimento econômico, incluindo a modernização de processos e a criação de um ambiente mais favorável ao investimento. Aldo reforçou a importância da integração entre Estado, ciência e iniciativa privada como caminho para fortalecer cadeias produtivas e impulsionar setores como o agro, a indústria e a energia, dentro de uma visão estratégica de longo prazo.  Trajetória pública consolidada  Aldo Rebelo teve, ainda na juventude, passagem por colégio agrícola — experiência que, embora não tenha sido concluída por circunstâncias da vida, contribuiu para formar sua visão sobre o campo e fortalecer sua identificação com a realidade da produção rural. Ao longo de sua trajetória, desenvolveu grande estima pela formação técnica e mantém proximidade com Lideranças Nacionais dos Técnicos Agrícolas, com quem compartilha pautas ligadas ao desenvolvimento e à valorização da produção. Com ampla experiência na vida pública, foi deputado federal por vários mandatos, presidente da Câmara dos Deputados e ministro em áreas estratégicas do governo federal, como Esporte, Ciência e Tecnologia e Defesa, consolidando-se como uma voz alinhada às agendas do crescimento e das potencialidades brasileiras. 

CFTA e MDA realizam reunião para discutir cooperação na supervisão do PROAGRO

  Na imagem: o presidente do CFTA Mário Limberger, o Coordenador-Geral de Seguro da Agricultura Familiar José Carlos Zukowski, o ex-senador Valdir Raupp e o Coordenador de Monitoramento do Seguro da Agricultura Familiar Maurílio Canut   Representantes do Conselho Federal dos Técnicos Agrícolas e da área de seguro rural do Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar estiveram reunidos nesta semana, em Brasília, com a participação do Coordenador-Geral de Seguro da Agricultura Familiar José Carlos Zukowski e com o Coordenador de Monitoramento do Seguro da Agricultura Familiar Maurílio Canut, representando o MDA, e do presidente do CFTA Mário Limberger e o ex-senador Valdir Raupp. O encontro tratou da necessidade de fortalecer o acompanhamento dos laudos do Proagro elaborados por Técnicos Agrícolas, a fim de evitar divergências entre os documentos e as condições reais das lavouras no momento da apuração de prejuízos. O CFTA e o MDA poderão formalizar um acordo de cooperação técnica, por meio do qual passarão a atuar conjuntamente no enfrentamento de eventuais desvios, com o objetivo de dar maior transparência às operações do Proagro. Os peritos do Proagro, que incluem Técnicos Agrícolas e profissionais de diferentes áreas do setor agropecuário, desempenham um papel fundamental na apuração das perdas nos processos de sinistros e sua atuação dos peritos precisa ser acompanhada e as ações de parceria entre o CFTA e o MDA serão importantes para promover a qualidade dos trabalhos desses técnicos.   A SUPERVISÃO DO PROAGRO A Lei 8171/91, Art. 65C, estabelece que o MDA deve realizar o credenciamento e a supervisão dos encarregados de comprovação de perdas do Proagro. A supervisão da comprovação de perdas verifica a adequação do trabalho dos peritos, por meio de diferentes tipos de ações, incluindo fiscalização “in loco” nas lavouras, fiscalização por imagens de satélite e outras ferramentas de sensoriamento remoto, fiscalização na documentação e registros nos sistemas do Proagro relacionados aos processos de sinistros e ações de investigação que forem necessárias nesse contexto. O credenciamento é feito por meio do Cadastro Nacional dos Encarregados de Comprovação de Perdas do Proagro (CNEC), instituído pela Portaria PR/CC/SEAD Nº 633, DE 22 DE OUTUBRO DE 2018. Essas ações foram regulamentadas pelas Portarias MDA 14, 15 e 16, de 18 de março de 2025, que reformularam e atualizaram o quadro institucional da supervisão do Proagro. Foi instituída a Comissão de Monitoramento e Revisão Cadastral do CNEC (CMRC), com atribuições para analisar situações com indícios de irregularidades na comprovação de perdas do Proagro, instaurar processo administrativo, definir o tratamento para cada situação analisada e aplicar penalidades conforme a natureza e a gravidade do que for constatado. Além disso, dependendo das características de cada situação, os processos poderão ser encaminhados aos órgãos judiciais, policiais e conselhos profissionais para análise, investigação e demais providências cabíveis no âmbito dessas entidades.   Para ler na íntegra cada portaria, clique nos links abaixo: PORTARIA MDA Nº 14, DE 18 DE MARÇO DE 2025 PORTARIA MDA Nº 15, DE 18 DE MARÇO DE 2025 PORTARIA MDA Nº 16, DE 18 DE MARÇO DE 2025   OBJETIVOS DA SUPERVISÃO O trabalho do MDA envolve um amplo leque de ações compreendendo a formulação de políticas, o monitoramento da operação do Programa, a gestão de riscos (incluindo riscos agrícolas, riscos operacionais e risco moral) e o credenciamento e supervisão dos peritos conforme previsto na legislação do Proagro. As ações de supervisão dos peritos têm o objetivo de que os trabalhos de comprovação de perdas sejam desenvolvidos de forma adequada, observando as normas do Programa e realizando todos os procedimentos necessários para apuração das perdas, identificação e quantificação de perdas amparadas e não amparadas e cálculo da indenização, com a devida correção técnica. O objetivo final é promover a sustentabilidade do seguro, o bom funcionamento e a qualidade das operações do Proagro e o bom atendimento das necessidades do agricultor para que possa plantar com segurança. Com a união entre CFTA e MDA, esse esforço ganha um caráter ainda mais estratégico: ao assegurar transparência e rigor técnico nos processos, cria-se um ambiente de maior confiança para o agricultor familiar, que passa a ter mais segurança para investir na produção, garantindo renda, estabilidade no campo e o fortalecimento da agricultura familiar como base do desenvolvimento rural sustentável.

CFTA promove capacitação sobre emissão de Termo de Responsabilidade Técnica

Treinamento, por videoconferência, foi voltado para colaboradores da Cooperativa Santa Clara, uma das maiores do Rio Grande do Sul   Capacitação para emissão de Termo de Responsabilidade Técnica (TRT). Este foi o tema de treinamento realizado pelo Conselho Federal dos Técnicos Agrícolas (CFTA), nessa segunda-feira (25), para colaboradores da Cooperativa Santa Clara, do Rio Grande do Sul. A capacitação foi solicitada ao CFTA pelo engenheiro Fernando Giacomel, coordenador da Equipe Técnica da Santa Clara. A videoconferência foi ministrada por Camila Berclaz, assessora administrativa do CFTA, e por Sandra Machado, supervisora do Setor de Registro de Pessoa Jurídica do Conselho. O treinamento foi dividido em dois momentos: inicialmente, foi abordado o procedimento a ser realizado pelo profissional e, em seguida, o processo de responsabilidade da empresa. Durante a primeira parte, foi detalhado o passo a passo para a emissão correta do TRT de Cargo ou Função, com ênfase nas observações e cuidados necessários para o preenchimento adequado. Em seguida, foi apresentado o processo realizado pela empresa para efetivar e protocolar o vínculo entre profissional e pessoa jurídica. “Também abordamos o procedimento de baixa da responsabilidade técnica, em que a empresa formaliza o desvínculo de um colaborador”, disse Camila. Receituário Agrícola Na segunda parte, foi demonstrada a emissão do TRT de Receituário Agrícola, incluindo todas as etapas do procedimento, os cuidados com as numerações do TRT, a importância da utilização correta dessas numerações no programa emissor da empresa e o processo de baixa do documento. Também foram esclarecidas dúvidas referentes aos dois tipos de TRT, além de orientações sobre os relatórios que devem ser anexados ao pedido de baixa do TRT de Receituário Agrícola. Por fim, as palestrantes do CFTA reforçaram a importância do papel do profissional no uso responsável dos Termos de Responsabilidade Técnica, destacando que é de sua competência preencher corretamente os TRTs e, após a conclusão, formalizar o encerramento por meio da baixa.   CLIQUE AQUI E SAIBA MAIS SOBRE TRT